DOSSIÊ “SANDRA JATAHY
PESAVENTO: A HISTORIADORA E SUAS
INTERLOCUÇÕES”


- Apresentação do Dossiê “Sandra Jatahy

Pesavento: A Historiadora e Suas
Interlocuções”
Nádia Maria Weber Santos
Maria Luiza Martini
Miriam de Souza Rossini


- Sandra Jatahy Pesavento: Imagens,
Lembranças, Indícios
Chiara Vangelista


- A Imagem de Si no Retrato Fotografico Fin
de Siècle : De Paris para Porto Alegre
Jacques Leenhardt


- Entre Acácias e Ipês, Cores e Formas da
História Cultural
Heloisa Selma Fernandes Capel


- Uma Resenha para Sandra Jatahy Pesavento
Ricardo De Aguiar Pacheco


- Fragmentos Identitários: A Literatura como
Narrativa Sensível do Sul Profundo
Luis Fernando Beneduzi


- Uma História das Mulheres: Representações Femininas na Obra Os Sete Pecados Da Capital de Sandra Pesavento
Vanderlei Machado



ARTIGOS


- Olhares Sobre a
Polícia No Brasil: A Construção da Ordem Imperial numa Sociedade Mestiça
Francis Albert Cotta

- Watchmen E O Discurso Distópico do “Bem Maior”
Drª Níncia Cecília Ribas e
Borges Teixeira e  Wyllian Eduardo De Souza Correa


- A Iluminação Pública da Cidade da Parahyba:
Século XIX e Início do Século XX
Doralice Sátyro Maia, Henrique Elias Pessoa Gutierres e
Maria Simone Morais Soares


- As Ameaças à
Corporidade Estatal em Romeu e Julieta

Alexander Martins Vianna


- Os (Re)Posicionamentos Identitários e o Jogo
Ético-Político nos Quadrinhos Pasquinianos
Maria Isabel Borges


- A Juventude Operária Católica
Raimundo César De Olíveira Mattos

- A Cidade Decifrada: de Atenas a Bagdá – De Platão a Al-Farabi Reminiscências Platônicas e Farabianas em Matrix
Renatho Costa


- A Religiosidade Caipira: A Festa do Divino em Piracicaba
Cibélia Renata da Silva Pires


- Música e Vestimenta na Pintura de Vasos Gregos Antigos
Pedro Luis Machado Sanches


- Os Raptos Consentidos e o Cotidiano das Cidades
- O Papel das Festas – Na Paraíba do Período
Imperial.
Rosemere Olimpio De Santana


- Sons da Contracultura: Raul Seixas entre Cidades e Sociedades Alternativas
Emília Saraiva Nery


- Relações Entre o Patrimônio Material e Imaterial: O Caso do Cemitério Japonês
Rodrigo Modesto Nascimento



RESENHAS


- Em Busca da Definição: Mas Afinal... O Que é Mesmo Documentário? De Fernão Pessoa Ramos
Rodrigo Francisco Dias

- Dicionário Crítico Nelson Werneck Sodré: O Balanço de uma Obra e das Fissuras da Sociedade Brasileira do Século XX
Julierme Sebastião Morais Souza




 
 

 

WATCHMEN E O DISCURSO DISTÓPICO
DO “BEM MAIOR”

Drª Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira e Wyllian Eduardo de Souza Correa

RESUMO: Considerada pela crítica como a obra prima do quadrinho autoral, Watchmen, do inglês Alan Moore, circula por questões interdisciplinares em uma versão alternativa dos anos 80. O presente trabalho foca na construção interdiscursiva do argumento do “bem maior”, que serve de justificativa para a utilização de medidas extremas com a sociedade. Tal discurso presente no desfecho da História em Quadrinhos se configura como um projeto distópico, que ultrapassa pontos subjetivos em prol de uma coletividade totalitária, plausível diante das condições de produção da paranóia nuclear da Guerra Fria.

PALAVRAS-CHAVE: Watchmen – História em Quadrinhos – Guerra Fria – Análise do Discurso

ABSTRACT: Considered for the critical one as the workmanship cousin of graphic novel authorial, Watchmen, of the English Alan Moore, circulates for interdisciplinary questions in an alternative version of years 80. The present work focuses in the interdiscursive construction of the argument of the “well biggest one”, that it serves of justification for the use of extreme measures with the society. Such present speech in the outcome of the Graphic Novel if configures as a distopic project, that exceeds subjective points in favor of a totalitarian collective, reasonable ahead of the conditions of production of the nuclear paranoia of the Cold War.

KEYWORDS: Watchmen –Graphic Novel – Cold war – Analysis of discourse