Os resultados positivos obtidos com esse projeto, considerando também a atual edição, materializam-se na publicação de dezoito (18) resenhas e cento e vinte e nove (129) artigos, oriundos de diferentes estados do Brasil: Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Piauí, Paraíba, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.
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Ademais, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais acolheu nove (09) dossiês, a saber: Chico Buarque & Vianinha: arte e política no Brasil Contemporâneo (organizado pela Editoria), História Oral (organização de Paulo Roberto de Almeida), Homenagem a Jorge Andrade – 50 anos d' A Moratória: Encruzilhadas da Literatura e da História (organização de Diógenes Maciel), Cinema-História (organização de Sheila Schvarzman), Teoria da História (organização de Pedro Spinola Pereira Caldas), História e Visualidades (organização de Alcides Freire Ramos), Teorias do Espetáculo e da Recepção (organização de Robson Camargo), Mundo Romano (organização de Ana Teresa Marques Gonçalves) e Estudos Literários (organizado pela Editoria).
Vale salientar que, ao longo desse período, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais deu passos decisivos para a sua consolidação no meio acadêmico. Isto pode ser afirmado não somente por ter sido incluída no Portal de Periódicos de Acesso Livre da CAPES e em um importante indexador internacional, o DOAJ - Directory of Open Access Journals, ambas ocorridas em 2006, mas também pelo fato de ela ter melhorado sua avaliação no QUALIS/CAPES. Tudo isso contribuiu para o aumento de seu impacto junto à comunidade acadêmica nacional e internacional das áreas de História, Letras e Artes.
Como comprovação dessa melhora, deve-se destacar o aumento considerável da remessa de artigos, a predominância da colaboração de doutores e o recebimento de artigos internacionais. Outro indicador importante para a avaliação das atividades desenvolvidas nesses últimos anos diz respeito ao número de visitas ao site www.revistafenix.pro.br, isto é, até o momento, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais recebeu mais de sessenta e seis mil (66.000) consultas, assim divididas: 70% dos acessos originam-se do Brasil, e os 30% restantes são internacionais (Portugal, EUA, México, França, Itália, Espanha, Alemanha, Suécia, Inglaterra, entre outros).
Além disso, a
Fênix – Revista de História e Estudos Culturais concorreu a recursos de Edital de apoio a publicações científicas e, com base no bom desempenho desses últimos anos, foi contemplada e já está recebendo suporte financeiro do
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Por fim, cabe sublinhar que, como coroamento de todo esse processo, em 2008, receberá apoio da
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), tendo em vista a liberação das verbas previstas no Edital 07/2007, referente ao
Programa de Apoio a Publicações Científicas e Tecnológicas.
Entretanto, é preciso que se diga: muito pouco teria sido feito sem o envolvimento da Secretaria Executiva e dos Conselhos Editorial e Consultivo. O desprendimento e a coragem dos diretamente envolvidos nessa empreitada foram de grande importância para o bom encaminhamento dos trabalhos, mantendo a qualidade editorial e publicando artigos de excelência. Acima de tudo, devemos aqui registrar uma especial menção aos nossos leitores e colaboradores: sem eles, nada disso teria sido possível. Por esta razão, queremos expressar nossos mais sinceros agradecimentos a todos aqueles que, acessando o site ou enviando seus artigos, contribuíram e contribuem para que a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais tenha sido tão bem recebida.
Com efeito, mais um bom exemplo dessa afirmação pode ser verificado neste número, que ora vem a público. Nele, o leitor será motivado a conhecer melhor a contribuição dos pesquisadores brasileiros que se dedicam aos Estudos Literários, graças ao Dossiê organizado pela Editoria e que é composto por artigos de Glória Braga Onelley, Adelaide Stooss-Herbertz, Márcia Maria de Medeiros, Keila Carvalho/Janaína Cordeiro, Donizeth Aparecido dos Santos, Marcelo José Caetano, Edwar de Alencar Castelo Branco e Pedro Amaral.
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Como se isso não bastasse, ao consultar a seção livre, com o artigo de Jacques Leenhardt (É cole des Hautes Études en Sciences Sociales – EHESS/Paris), os nossos leitores entrarão em contato com uma provocante incursão pelos Estudos da Imagem, enfocando particularmente os trabalhos de Marcel Duchamp, Andy Warhol e Magritte. Igualmente sedutor é o artigo de Maria Antonia Couto da Silva, que se volta para as relações entre Pintura e Fotografia no Brasil do século XIX. Por outro lado, os interessados nas questões relativas ao binômio História e Cinema terão a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos a partir da leitura dos artigos de Johnni Langer/ Luciana de Campos e Tânia Nunes Davi. Ainda na seção livre, os nossos leitores poderão encontrar os artigos de Maria Luiza Gonçalves Baracho e Paula Regina Siega, os quais lançam olhares inovadores sobre a telenovela brasileira. Completando essa seção, José Adriano Fenerick, discutindo a vanguarda musical paulista da década de 1980, e Sergio Alberto Feldman, com um artigo que procura entender a presença do Diabo no ciclo da vida das comunidades judaicas medievais, apresentam reflexões instigantes e que, certamente, despertarão muito interesse.
Na Seção dedicada às resenhas, os nossos leitores poderão conferir avaliações críticas de três lançamentos recentes: os livros de Rosangela Patriota (A Crítica de um Teatro Crítico. São Paulo: Perspectiva, 2007), Antônio José da Silva – o Judeu. (Obras do Diabinho da mão furada. Introdução de Kênia Maria de Almeida Pereira. São Paulo: Imprensa Oficial/ Oficina do Livro Rubens Borba de Moraes, 2006) e Viola Spolin (Jogos teatrais na sala de aula: o livro do professor. Tradução de Ingrid Dormien Koudela. São Paulo: Perspectiva, 2007).
A expectativa em relação a esse novo número é a de que ele tenha aceitação semelhante aos anteriores.
Mais uma vez, agradecemos pelos artigos enviados e, antecipadamente, pelo apoio na divulgação deste periódico.
Boa leitura a todos!