DIEGO RIVERA ENTRE OS ROSACRUCES E MARX

  • Edgard Vidal
  • Centre National de La Recherche Scientifique – Paris – França
  • edgard.vidal1@gmail.com

RESUMO: Neste artigo eu gostaria de refletir sobre as tensões entre simpatias espirituais e ativismo político no pintor mexicano Diego Rivera, a partir de sua pintura, feita em Paris, em 1913: “A mulher no poço”. Este trabalho chama a atenção, pois ao contrário do que e geralmente comentado pela crítica, Rivera desenha temas místicos, especialmente o mito da serpente emplumada, muito antes dos anos 20, no seu período parisiense. Esta pintura tinha uma vida agitada, estava escondida sob uma camada de tinta violeta na parte de trás de outra tela pintada em 1915, pelo mesmo pintor, “Paisagem Zapatista”, e foi descoberto em 1977.

PALAVRAS-CHAVE: Rivera – Mulher do poço – Rosacruz

ARAUZ, María Cristina Flores. La obra cubista de Diego Rivera. México: Universidad Nacional Autónoma de México, 2005.

BEATRIZ, Urias Horcasitas. Retórica, ficción y espejismo: tres imágenes de un México bolchevique (1920-1940). Relaciones – Estudios de Historia y Sociedad, México, V. XXVI, N. 101, p. 261-300, 2005.

KETTENMANN, Andrea. Rivera. Köln: Taschen, 2000.

BESANCON, Alain. La imagen prohibida: Una historia intelectual de la iconoclastia. Madrid: Siruela, 2003.

REVERDY, Pierre. “Nord-sud”. Self defence, Et autres écrits sur l’art et la poésie, 1917-1926. Paris: Flammarion, 1975.

TIBOL, Raquel. ¡Apareció la serpiente! Diego Rivera y los rosacruces. Proceso, México, 9 Abr. 1990.
Disponível em: http://hemeroteca.proceso.com.mx/?page_id=278958&a51dc26366d99bb5fa29cea4747565fec =154789&rl=wh.

TIBOL, Raquel. Diego Rivera, Luces y Sombras. México: Random House Mondadori, 1997.

VALLIER, Dora. Jacques Villon: œuvres de 1897 à 1956. Paris: Éditions “Cahiers d’art.” 1957.