MARGINALIDADE, CONTRAVIOLÊNCIA E PERFORMANCE: QUESTÕES ACERCA
DA OBRA “BANDIDO” (1976) DE NEY MATOGROSSO

  • Grace Campos Costa
  • Universidade Federal de Uberlândia - UFU
  • gracecamposcosta@gmail.com
  • Lays da Cruz Capelozi
  • Universidade Federal de Uberlândia – UFU
  • syalcc@gmail.com

Tão importante quanto analisar as letras dos compositores e contextualizá-las historicamente, se faz extremamente necessário não perder de vista o trabalho dos intérpretes que além de ressignificar as canções, ainda possuem um trabalho árduo criativo e corporal que corrobora para que essas canções ganhem sentidos que são intrínsecas as questões do seu próprio tempo.

Partindo deste prisma, Robson Pereira da Silva analisa a performance do cantor Ney Matogrosso, através da suas interpretações, desenvolturas no palco e o diálogo político-social durante a década de 1970, marcada pela ditadura militar no Brasil. O recorte proposto pelo autor compreende a fase solo de Ney Matogrosso e abrange o período entre 1976 e 1977, logo após a sua saída do grupo musical Secos e Molhados.

GERACE, Rodrigo. Cinema Explicito: Representações cinematográficas do sexo. São Paulo: Perspectiva, 2015. 

MELLO, Ramon Nunes. Ney Matogrosso – Vira-lata de raça. São Paulo: Tordesilhas, 2018. 

SILVA, Robson Pereira da. Ney Matogrosso…para além do bustiê: performances da contraviolência na obra de Bandido (1976 – 1977). Curitiba: Appris, 2020. 

SILVA, Robson Pereira da. Para Além do Bustiê – Performances na Contraviolência na obra Bandido (1976-1977) de Ney Matogrosso.  Dissertação (mestrado em História), Universidade Federal de Goiás, 2016.