Vol. 4 Ano IV nº 3 - Julho/ Agosto/ Setembro de 2007

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É com imensa satisfação que lançamos mais um número da Fênix – Revista de História e Estudos Culturais (Volume 4, Ano IV, Número 3 – Julho/Agosto/Setembro de 2007).

site www.revistafenix.pro.br entrou no ar em dezembro de 2004 com o objetivo de trazer a público uma publicação que se caracterizasse pela agilidade, universalidade e gratuidade. Essa preocupação, porém, não encerrava as expectativas depositadas na sua criação. Pelo contrário, o grande propósito era tornar acessível uma publicação capaz de incentivar a interlocução acadêmica e a ampla divulgação de pesquisas instigantes e de alto nível, procurando traduzir a dinâmica e a diversidade dos diálogos interdisciplinares da pesquisa histórica e dos Estudos Culturais.

Os resultados positivos obtidos com esse projeto, considerando também a atual edição, materializam-se na publicação de vinte e duas (22) resenhas e cento e quarenta e quatro (144) artigos, oriundos de diferentes estados do Brasil: Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Piauí, Paraíba, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Ademais, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais acolheu dez (10) dossiês, a saber: Chico Buarque & Vianinha: arte e política no Brasil Contemporâneo (organizado pela Editoria), História Oral (organização de Paulo Roberto de Almeida), Homenagem a Jorge Andrade – 50 anos d’A Moratória: Encruzilhadas da Literatura e da História (organização de Diógenes Maciel), Cinema-História (organização de Sheila Schvarzman), Teoria da História (organização de Pedro Spinola Pereira Caldas), História e Visualidades (organização de Alcides Freire Ramos), Teorias do Espetáculo e da Recepção (organização de Robson Camargo), Mundo Romano (organização de Ana Teresa Marques Gonçalves), Estudos Literários (organizado pela Editoria) e História da Ciência (organização de Antonio Augusto Passos Videira).

Vale salientar que, ao longo desse período, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais deu passos decisivos para a sua consolidação no meio acadêmico. Isto pode ser afirmado não somente por ter sido incluída no Portal de Periódicos de Acesso Livre da CAPES e em um importante indexador internacional, o DOAJ – Directory of Open Access Journals, ambas ocorridas em 2006, mas também pelo fato de ela ter melhorado sua avaliação no QUALIS/CAPES. Tudo isso contribuiu para o aumento de seu impacto junto à comunidade acadêmica nacional e internacional das áreas de História, Letras e Artes.

Como comprovação dessa melhora, deve-se destacar o aumento considerável da remessa de artigos, a predominância da colaboração de doutores e o recebimento de artigos internacionais. Outro indicador importante para a avaliação das atividades desenvolvidas nesses últimos anos diz respeito ao número de visitas ao site www.revistafenix.pro.br, isto é, até o momento, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais recebeu mais de setenta e cinco mil (75.000) consultas, assim divididas: 70% dos acessos originam-se do Brasil, e os 30% restantes são internacionais (Portugal, EUA, México, França, Itália, Espanha, Alemanha, Suécia, Inglaterra, entre outros).

Além disso, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais concorreu a recursos de Edital de apoio a publicações científicas e, com base no bom desempenho desses últimos anos, foi contemplada e já está recebendo suporte financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Por fim, cabe sublinhar que, como coroamento de todo esse processo, em 2008, receberá apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), tendo em vista a liberação das verbas previstas no Edital 07/2007, referente ao Programa de Apoio a Publicações Científicas e Tecnológicas.

Entretanto, é preciso que se diga: muito pouco teria sido feito sem o envolvimento da Secretaria Executiva e dos Conselhos Editorial e Consultivo. O desprendimento e a coragem dos diretamente envolvidos nessa empreitada foram de grande importância para o bom encaminhamento dos trabalhos, mantendo a qualidade editorial e publicando artigos de excelência. Acima de tudo, devemos aqui registrar uma especial menção aos nossos leitores e colaboradores: sem eles, nada disso teria sido possível. Por esta razão, queremos expressar nossos mais sinceros agradecimentos a todos aqueles que, acessando o site ou enviando seus artigos, contribuíram e contribuem para que a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais tenha sido tão bem recebida.

Com efeito, mais um bom exemplo dessa afirmação pode ser verificado neste número, que ora vem a público. Nele, o leitor será motivado a conhecer melhor a contribuição dos pesquisadores brasileiros que se dedicam à História da Ciência, graças ao Dossiê organizado por Antonio Augusto Passos Videira e que é composto por artigos de Silvia F. de M. Figueirôa, Maria Margaret Lopes, Irina Podgorny, Luiz Otávio Ferreira, Carlos Ziller Camenietzki, Alda Heizer, Cássio Leite Vieira, Antonio Augusto Passos Videira e Olival Freire Junior.

Como se isso não bastasse, ao consultar a seção livre, com o artigo de Solange Pimentel Caldeira, os nossos leitores entrarão em contato com uma provocante incursão pelos estudos da Dança, enfocando particularmente os trabalhos de Pina Bausch. Igualmente sedutor é o artigo de Leandro Antonio de Almeida, que se volta para uma crônica do escritor João de Minas intitulada A Pergunta do Morto. Por outro lado, os interessados nas questões relativas ao período moderno terão a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos a partir da leitura dos artigos de Maria Izabel B. Morais Oliveira, Francis Albert Cotta e Paulo Reis Mourão. Ainda na seção livre, os nossos leitores poderão encontrar o artigo de Agostinho Júnior Holanda Coe, o qual lança olhares inovadores sobre o tema das Irmandades Religiosas. Completando essa seção, Kaori Kodama e José Otávio Aguiar, discutindo aspectos da História brasileira, durante o século XIX, apresentam reflexões instigantes. A primeira acerca do lugar ocupado pelo índio na História do Brasil, e o segundo a respeito da organização das Divisões Militares no sertão mineiro. Ambas, certamente, despertarão muito interesse .

Na Seção dedicada às resenhas, os nossos leitores poderão conferir avaliações críticas de quatro lançamentos recentes: os livros de Jean-Claude Bernardet (Brasil em tempo de cinema. São Paulo: Cia. das Letras, 2007), Paulo Emílio Sales Gomes (Três mulheres de três PPPês. São Paulo: Cosacnaif, 2007), Robert Paxton (A anatomia do fascimo. São Paulo: Paz e Terra, 2007) e Ernest Hook (Prematuridade na descoberta científica. São Paulo: Perspectiva, 2007).

A expectativa em relação a esse novo número é a de que ele tenha aceitação semelhante aos anteriores.

Mais uma vez, agradecemos pelos artigos enviados e, antecipadamente, pelo apoio na divulgação deste periódico.

Boa leitura a todos!

Alcides Freire Ramos, Rosangela Patriota e Pedro Spinola Pereira Caldas
Editores da Fênix – Revista de História e Estudos Culturais

O LAMENTO DA IMPERATRIZ: UM FILME DE PINA BAUSCH

RESUMO: As obras de Dança-Teatro de Pina Bausch caracterizam-se pela desobediência às fórmulas polidas e previsíveis. Os marcos, os roteiros obrigatórios estão lá, mas o mundo representado compreende o mergulho no tempo-espaço que ficou registrado nos corpos de seus atores-bailarinos. A análise de seu único filme, O Lamento da Imperatriz, aponta para o personagem-cidade, que está lá, com suas pedras, ruas e bosques, e o sujeito incerto que figura nessa geografia pessoal. Porém, entendendo-se a simbologia da cidade como universal, por analogia, temos o sujeito contemporâneo perdido, feito de traços e pedaços, na busca incessante da felicidade.

PALAVRAS-CHAVE: Pina Bausch – Filme – Dança-Teatro

REFLEXÕES SOBRE “A PERGUNTA DO MORTO” DE JOÃO DE MINAS

RESUMO: Neste artigo analisamos uma crônica do escritor mineiro João de Minas intitulada A
Pergunta do Morto, publicada no livro Jantando um Defunto. Analisamos como em seus aspectos estilísticos e temáticos a crônica é um libelo político contra a Coluna Prestes, mas apresenta, a despeito disso, pontos de tensão não resolvidos, como na abordagem de um evento sobrenatural. Procuramos também relacionar esses aspectos ao contexto literário e político que precede a Revolução de 1930.

PALAVRAS-CHAVE: João de Minas – Coluna Prestes – Jantando um Defunto

OS EMBATES DOUTRINAIS DE BOSSUET A RESPEITO DA LIBERDADE, AUTORIDADE E SUBMISSÃO

RESUMO: Na concepção de Bossuet, a liberdade de expressão, própria do protestantismo, levaà insubmissão dos súditos em relação à autoridade do príncipe. Sendo assim, ele critica o protestantismo ao mesmo tempo em que defende a religião católica. Em seu entendimento, a religião católica é a base do poder real; o elemento que torna os súditos submissos às leis da Igreja assim como às leis do Estado. A religião católica é o meio mais eficiente que os reis possuem para se fazer obedecer.

PALAVRAS-CHAVE: Liberdade/Autoridade/Submissão – Poder Real – França – Segunda Metade do Século XVII

ESTADOS-NACIONAIS E EXÉRCITOS NA EUROPA MODERNA: UM OLHAR SOBRE O CASO PORTUGUÊS

RESUMO: A historiografia política e social que se debruçou sobre a Europa moderna destacou a relação entre o controle da violência e a emergência dos exércitos no processo de construção do Estado, bem como no desenvolvimento do que se chamou de monarquia absoluta. No processo de ascensão da monarquia absoluta, teria ocorrido um enorme aumento da violência pública, do tamanho dos exércitos e da capacidade de destruição das guerras. Todo este movimento estaria intimamente ligado à chamada Revolução Militar Européia. Neste artigo procura-se demonstrar como Portugal esteve inserido neste movimento, destacando as especificidades do seu processo histórico, marcado por resistências, arranjos e negociações.

PALAVRAS-CHAVE: Exércitos – Europa Moderna – Portugal

UMA VISÃO INTEGRADA SOBRE A COMPANHIA DAS VINHAS DO ALTO DOURO

RESUMO: A Companhia Geral da Agricultura e dos Vinhos do Alto Douro, de inspiração pombalina, foi a instituição absolutista fisiocrata mais notável em Portugal no Século XVIII. Os seus antecedentes, a sua acção, as suas consequências e reminiscências são ainda controversos. Com o presente trabalho, vai-se discutir a Companhia Geral à luz das visões críticas de então e observá-las na investigação criada em redor. Conclui-se pela significância eminentemente política e centralista da instituição em detrimento do relevo das intenções fundadoras fisiocratas.

PALAVRAS-CHAVE: Absolutismo Português – Alto Douro – Companhias da Agricultura e do Vinho

AS IRMANDADES RELIGIOSAS EM SÃO LUÍS DO MARANHÃO E SUA MISSÃO SALVACIONISTA

RESUMO: Discussão das concepções da morte e dos mortos no Ocidente Cristão no Século XIX, buscando compreender o papel das irmandades religiosas na realização dos ritos fúnebres e a importância do pertencimento a estas associações em São Luís do Maranhão.

PALAVRAS-CHAVE: Morte – Irmandades Religiosas – Sepultamentos

O TUPI E O SABIÁ: GONÇALVES DIAS E A ETNOGRAFIA DO IHGB EM BRASIL E OCEANIA

RESUMO: Este artigo procura abordar o estudo Brasil e Oceania, de Antonio Gonçalves Dias. Escrito entre 1850 e 1853, o estudo era uma resposta a um programa elaborado por Dom Pedro II, em sessão do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Ao traçarmos as relações entre este estudo etnográfico e as reflexões de Gonçalves Dias sobre a nacionalidade, é possível observar que ali estariam presentes questões relativas ao papel da língua falada no Brasil, e ao debate sobre o “lugar” ocupado pelo índio na História do Brasil. O artigo nos permite destacar tanto algumas das características da etnografia indígena realizada no IHGB na década de 1850, como refletir sobre as implicações da percepção do “índio” como elemento da formação da nacionalidade pelo poeta.

PALAVRAS-CHAVE: Indianismo – Etnografia (história da) – Nação

OS ECOS AUTORITÁRIOS DA MARSELHESA: GUIDO THOMAZ MARLIÈRE E A COLONIZAÇÃO DOS SERTÕES DO RIO DOCE (MINAS GERAIS)

RESUMO: Estuda-se a organização e o cotidiano das Divisões Militares do Rio Doce, uma cidade de Minas Gerais, em busca de exemplos que informem sobre as relações de hierarquia, etnia e estratégia nos meandros de uma sociedade marcada pela violência. Neste ambiente, desta-se a especificidade da atuação e dos discursos do emigrado militar francês Guido Thomaz Marlière, Diretor Geral dos Índios de Minas Gerais entre 1813 e 1829.

PALAVRAS-CHAVE: Política Indigenista – Imaginário Social – Estratégia

DOSSIÊ "HISTÓRIA DA CIÊNCIA"

APRESENTAÇÃO DO DOSSIÊ “HISTÓRIA DA CIÊNCIA”

PROBLEMAS DE HISTÓRIA DA CIÊNCIA NA ÉPOCA COLONIAL: A CASA GRANDE DE GILBERTO FREYRE

RESUMO: Um dos maiores problemas com o qual se depara o estudioso da atividade científica no Brasil de épocas passadas é a identificação de sua cultura urbana. Ao valorizar o mundo rural de outros tempos, a obra de Gilberto Freyre sobre a formação brasileira colaborou para fixar a idéia de que o tempo colonial foi aquele em que a Casa Grande definiu os traços mais marcantes de nossa cultura. Com isso, desvalorizamos os trabalhos intelectuais do Brasil dos seus três primeiros séculos de existência, e com eles, a ciência que se produziu por aqui.

PALAVRAS-CHAVE: Gilberto Freyre – Brasil Colônia – Intelectuais Brasileiros – Ciência Colonial – Historiografia Colonial

O ETHOS POSITIVISTA E A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA CIÊNCIA NO BRASIL NO INÍCIO DO SÉCULO XIX

RESUMO: Para nos contrapor ao estigma imposto ao positivismo por parte da historiografia brasileira, propomos seguir o caminho sugerido por alguns autores preocupados em entender a funcionalidade do ideário positivista para os diferentes grupos sociais envolvidos, especialmente para aquele formado por professores, pesquisadores, técnicos e estudantes todos profissionalmente comprometidos com atividades de caráter técnico-científico desempenhadas em instituições imperiais ou republicanas. Assim queremos evitar julgar as idéias e ações dos positivistas brasileiros segundo critérios oblíquos como, por exemplo, o de neles apontar os “erros” ou “anacronismos” científicos cometidos pelos adeptos das doutrinas comteanas.

PALAVRAS-CHAVE: Positivismo – Ciência – Brasil

SOBRE A RELAÇÃO ENTRE REGIMES POLÍTICOS E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO: APONTAMENTOS PARA UM ESTUDO SOBRE A HISTÓRIA DA C&T DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

RESUMO:Esse trabalho é um estudo preliminar – através de uma revisão da literatura, em especial daquela relativa a estudos sobre a ciência – acerca das relações entre regimes políticos, em particular regimes autoritários, e desenvolvimento científico e tecnológico. Como veremos, idéias correntes, enraizadas no senso comum, que consideram a democracia política requisito necessário àquele desenvolvimento, não encontram apoio adequado na historiografia sobre a ciência.

PALAVRAS-CHAVE: História da Física Brasileira – Ciência e Estado – Ciência e Democracia

A PROPÓSITO DOS ESTUDOS BIOGRÁFICOS NA HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS E DAS TECNOLOGIAS

RESUMO: Este artigo parte de reflexões anteriores da autora e busca avançar na revisão e na reflexão sobre a ampla bibliografia internacional mais recente relacionada ao tema biográfico. Sem pretender esgotar o tema, de si mesmo bastante rico, visa mapear tendências e questões pertinentes, identificadas a partir destes trabalhos, salientando aspectos relevantes para a produção de um estudo biográfico, inclusive suas dificuldades e limites.

PALAVRAS-CHAVE: Biografias – História da Ciência – História da Tecnologia

HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA DA FÍSICA NO BRASIL

RESUMO: O objetivo deste trabalho consiste em comentar a historiografia sobre o desenvolvimento da física no Brasil. Para o cumprimento desse objetivo, recorre-se, por vezes, à exposição de eventos históricos com o intuito de explicitar e melhor embasar algumas das conclusões a que chegamos.

PALAVRAS-CHAVE: História da ciência no Brasil – História da Física no Brasil – Historiografia da Física no Brasil

OCEANOS E CONTINENTES EM DEBATE

RESUMO: Este artigo é parte de pesquisas mais abrangentes envolvendo a cooperação científica de Florentino Ameghino (La Plata / Buenos Aires, Argentina) e Hermann von Ihering (São Paulo, Brasil). Na transição para o século XX, essa geração de naturalistas, na América e na Europa, já incorporara idéias evolucionistas. Eles discutiram entre outros aspectos, as concepções biogeográficas de Wallace, nos quadros mais amplos das teorias globais das seqüências estratigráficas geológicas e paleontológicas do sul da América. Tais quadros levaram à formulação de Hermann von Ihering de sua teoria sobre as pontes continentais.

PALAVRAS-CHAVE: História das Ciências – História das Geociências – História da Paleontologia

O JARDIM BOTÂNICO DE JOÃO BARBOSA RODRIGUES NA EXPOSIÇÃO NACIONAL DE 1908

RESUMO: O presente artigo tem como objetivo apresentar algumas considerações sobre a participação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro na Exposição Nacional de 1908, na Urca. Ao definir o que entra e o que fica de fora na exposição, o naturalista João Barbosa Rodrigues escolhe o Jardim que ele quer apresentar na festa do centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas.

PALAVRAS-CHAVE: Exposição – Instrumento Científico – Jardim Botânico

BRASIL EM TEMPO DE CINEMA – ENSAIO SOBRE O CINEMA BRASILEIRO DE 1958 A 1966

CRÍTICA À BURGUESIA PAULISTA EM “TRÊS MULHERES DE TRÊS PPPÊS” DE PAULO EMÍLIO SALLES GOMES

DISSECANDO O FASCISMO

PREMATURIDADE NA DESCOBERTA CIENTÍFICA: ANÁLISE DO CONCEITO DE GUNTHER STENT