Vol. 8 Ano VIII nº 2 - Maio/ Junho/ Julho/ Agosto de 2011

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É com imensa satisfação que lançamos mais um número da Fênix – Revista de História e Estudos Culturais (Volume 8, Ano VIII, Número 2 – Maio / Junho / Julho / Agosto – 2011).

O site www.revistafenix.pro.br entrou no ar em dezembro de 2004 com o objetivo de trazer ao público leitor uma publicação que se caracterizasse pela agilidade, universalidade e gratuidade. Essa preocupação, porém, não encerrava as expectativas depositadas na sua criação. Pelo contrário, o grande propósito era tornar acessível uma publicação capaz de incentivar a interlocução acadêmica e a ampla divulgação de pesquisas instigantes e de alto nível, procurando traduzir a dinâmica e a diversidade dos diálogos interdisciplinares da pesquisa histórica e dos Estudos Culturais.

Os resultados positivos obtidos com esse projeto, considerando também a atual edição, materializam-se na publicação de CINQUENTA E QUATRO (54) RESENHAS TREZENTOS E CINQUENTA E TRÊS (353) ARTIGOS, oriundos de diferentes estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, Piauí, Paraíba, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Ademais, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais acolheu QUINZE (15) DOSSIÊS, a saber: Chico Buarque & Vianinha: arte e política no Brasil Contemporâneo (organizado pela Editoria), História Oral (organização de Paulo Roberto de Almeida), Homenagem a Jorge Andrade – 50 anos d’A Moratória: Encruzilhadas da Literatura e da História (organização de Diógenes Maciel), Cinema-História (organização de Sheila Schvarzman), Teoria da História (organização de Pedro Spinola Pereira Caldas), História e Visualidades (organização de Alcides Freire Ramos), Teorias do Espetáculo e da Recepção (organização de Robson Camargo), Mundo Romano (organização de Ana Teresa Marques Gonçalves), Estudos Literários (organizado pela Editoria), História da Ciência (organização de Antonio Augusto Passos Videira), História Cultural & Multidisciplinaridade (organizado por Sandra Pesavento, Mônica Pimenta Velloso e Antonio Herculano) Sandra Jatahy Pesavento: a Historiadora e suas Interlocuções (organizado por Nádia Maria Weber Santos, Maria Luiza Martini e Miriam de Souza Rossini), Jogos Teatrais no Brasil: 30 Anos (organizado por Ingrid Dormien Koudela e Robson Corrêa de Camargo), O Tapete Voador – Teorias do Espetáculo e da Recepção (organizado por Marcus Mota e Robson Corrêa de Camargo) e Tempo e História (organizado por André Fabiano Voigt).

Vale salientar que, ao longo desse período, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais deu passos decisivos para a sua consolidação no meio acadêmico. Isto pode ser afirmado não somente por ter sido incluída no Portal de Periódicos de Acesso Livre da CAPES e em um importante indexador internacional, o DOAJ – Directory of Open Access Journals, ambas ocorridas em 2006, mas também pelo fato de ela ter melhorado sua avaliação no QUALIS CAPES. Tudo isso contribuiu para o aumento de seu impacto junto à comunidade acadêmica nacional e internacional das áreas de História, Letras e Artes.

Como comprovação dessa melhora merece destaque o aumento considerável da remessa de artigos, a predominância da colaboração de doutores e o recebimento de artigos internacionais. Outro indicador importante para a avaliação das atividades desenvolvidas nesses últimos anos diz respeito ao número de visitas ao site www.revistafenix.pro.br, isto é, até o momento, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais recebeu mais de NOVECENTAS E SETENTA MIL (970.000) CONSULTAS, assim divididas: 70% dos acessos originam-se do Brasil, e os 30% restantes são internacionais (Portugal, EUA, México, França, Itália, Espanha, Alemanha, Suécia, Inglaterra, entre outros).

Para melhorar ainda mais, a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais, desde o início de 2010, por decisão de seus editores, passou a lançar seus números de quatro em quatro meses. Essa mudança, longe de apontar para um estreitamento do espaço utilizado para a divulgação de artigos e resenhas, tem permitido a otimização dos recursos humanos e materiais disponíveis para o cumprimento de todas as etapas de trabalho envolvidas na edição de uma revista científica.

Nunca é demais lembrar: tudo o que foi feito, desde o mês de dezembro de 2004, em prol da melhoria, expansão e diversificação deste período científico, deveu-se ao envolvimento da Secretaria Executiva, dos Conselhos Editorial e Consultivo, bem como de nosso Webmaster. O desprendimento e a coragem dos diretamente envolvidos nessa empreitada foram de grande importância para o bom encaminhamento dos trabalhos, mantendo a qualidade editorial e publicando artigos de excelência.

Acima de tudo, queremos expressar nossos mais sinceros agradecimentos a todos aqueles que, acessando o site ou enviando seus artigos, contribuem para que a Fênix – Revista de História e Estudos Culturais seja tão bem recebida. Devemos aqui registrar uma especial menção aos nossos leitores e colaboradores: sem eles, nada disso teria sido possível.

Mais um bom exemplo dessa afirmação pode ser verificado neste número, que ora vem a público. É uma honra poder publicar na SEÇÃO LIVRE os excelentes artigos de Isaías Pascoal, Kênia Maria de Almeida Pereira, Maria Izabel Barboza de Morais Oliveira, Maurício de Aquino, Ney Wendell e Socorro de Fátima P. Barbosa. Além disso, muito nos honra o fato de que este número oferece aos leitores o DOSSIÊ intitulado Tempo e História, cuja organização, competente, ficou sob a responsabilidade de André Fabiano Voigt. Nele, o leitor poderá encontrar artigos de Daniel Faria, Hélio Rebello Cardoso Jr., José Carlos Reis, Mateus Henrique de Faria Pereira e de André Fabiano Voigt. De acordo com o organizador, “as abordagens deste dossiê acerca do tempo em relação com a história não são homogêneas. Entretanto, as inquietações dos autores vão, em diversos sentidos e concepções, colocar alguns problemas para se pensar a historiografia na atualidade: há a especificidade de um ‘tempo histórico’? O historiador estaria preso à sequência cronológica como fio condutor de sua argumentação? Como é possível ao historiador tratar de temas que não estabelecem uma continuidade com seu ‘contexto’ ou com sua ‘época’? A ideia de fluxo do tempo é sinônima de continuidade temporal? É possível realizar uma síntese temporal?”. Vale à pena conferir as respostas oferecidas pelos Artigos!

Como se isso não bastasse, a Seção reservada às resenhas presenteia o leitor com três avaliações críticas que merecem ser vistas mais de perto.

Primeiramente, o leitor encontrará apreciações críticas, de excelente nível, acerca da coletânea Teoria contemporânea do cinema, publicada em dois volumes pela editora do SENAC. Organizados pelo Prof. Dr. Fernão Pessoa Ramos (UNICAMP), esses dois volumes visam diminuir a enorme distância que separa as reflexões nacionais daquelas feitas na Europa e nos EUA.

Na verdade, como acertadamente salientam Julierme Morais e Anderson Neves, autores da resenha do primeiro volume intitulado Teoria contemporânea do cinema: pós-estruturalismo e filosofia analítica, “há pelo menos três decênios os estudos de cinema no Brasil parecem sofrer com uma profunda estagnação se comparados à atualização teórica mundial”. É exatamente com o intuito de superar parte desse déficit reflexivo que foi lançada, pela editora SENAC, a referida coletânea. O aspecto mais importante a ser salientado, no que se refere a esse primeiro volume, é fato que o espectador cinematográfico é objeto de reflexões esclarecedoras. Os autores da resenha, de maneira desafiadora, constatam: “isso significa dizer que tal procedimento assume como problemática primária a espectatorialidade cinematográfica, ignorada ao longo de praticamente três décadas pelos estudos de cinema no Brasil, e que agora emerge como o eixo central.” Isso por si só mostra a relevância desse volume organizado por Fernão Ramos.

O leitor poderá esclarecer-se ainda mais consultando a resenha assinada por Julierme Morais e Rodrigo Francisco Dias, que trata do segundo volume intitulado Teoria contemporânea do cinema: documentário e narratividade ficcional, também organizado por Fernão Ramos. À semelhança do primeiro volume, este apresenta aos leitores brasileiros “o que de mais significativo se publicou na reflexão atinente ao cinema nos últimos três decênios, mas que não circularam em língua portuguesa, os capítulos dialogam entre si e com o primeiro volume, tendo como preocupação central a discussão decorrente do tema estilística cinematográfica, tão reticente nos estudos nacionais de cinema”. Essa constatação, não menos desafiadora do que aquela apresentada anteriormente, mostra a importância desse projeto intelectual, em cuja organização Fernão Ramos saiu-se tão bem.

Nesse momento, é oportuno lembrar as palavras finais dos resenhistas: “a própria organização da coletânea nos possibilita compreender as profundas mudanças pelas quais as formas de fazer e teorizar cinema passaram nos últimos três decênios. Mais flagrante ainda é fato de que nossos estudos de cinema não acompanharam essas transformações, talvez pela força de uma tradição crítica, historiográfica, cinematográfica e teórica — cuja matriz impunha reflexões teóricas que deveriam ignorar a espectatorialidade cinematográfica, por considerá-la parte integrante de um cinema do ocupante — que levou nossos estudiosos de cinema a refutarem tudo aquilo que não passava pela ‘estética da fome’, do cineasta Glauber Rocha, ou do cinema brasileiro e sua trajetória no subdesenvolvimento, do crítico Paulo Emílio Salles Gomes. Entretanto, e felizmente, alguns passos em direção à superação desse déficit teórico foram dados por Teoria contemporânea do cinema: pós-estruturalismo e filosofia analítica. E é justamente em função deles que recomendamos a leitura atenta da obra em voga”.

Assinada por Maria Abadia Cardoso, à semelhança das anteriores, a terceira resenha é competente e instigante. O livro resenhado intitula-se O espaço da tragédia na cenografia brasileira contemporânea (São Paulo: Perspectiva, 2011). Nessa obra, de acordo com a leitura arguta apresentada por Cardoso, Gilson Motta ensaia a possibilidade de responder a indagações fundamentais, a saber: “se do ponto de vista histórico, acontecimentos catastróficos perderam seu sentido de trágico, como explicar, do ponto de vista artístico, a retomada de textos clássicos na contemporaneidade? O que leva muitos encenadores a manifestarem interesse pela tragédia grega? Como a cenografia contribui para a construção do sentido de tragédia na atualidade? De que maneira a encenação destes textos dialogam com o “problema geral do trágico”? E ainda, qual o espaço/lugar de encenação de textos trágicos no mundo contemporâneo?”. Trata-se, pois, de leitura obrigatória para todos aqueles que desejam conhecer um pouco melhor o Teatro Contemporâneo.

Mais uma vez, agradecemos pelos artigos enviados e, antecipadamente, pelo apoio na divulgação deste periódico.

Boa leitura a todos!

Alcides Freire Ramos, Rosangela Patriota
Editores da Fênix – Revista de História e Estudos Culturais

A ARTE DE ADAPTAR LIVROS NO SÉCULO XIX: O NOVO SECRETÁRIO PORTUGUÊS OU O CÓDIGO EPISTOLAR, POR J. I. ROQUETTE

  • Socorro de Fátima P. Barbosa

RESUMO: De José Ignacio Roquette, conhece-se bem Código do Bom-tom. O seu manual de escrita epistolar, publicado primeiramente com o título de Codigo epistolar, ou regras e advertencias para escrever com elegancia toda a sorte de cartas, acompanhadas de modelos sobre todos os assumptos, no ano de 1846, em Paris, é uma ampliação do capítulo Das Cartas, do Código do Bom-tom. A única diferença é o acréscimo de um número considerável de exemplos dos mais variados tipos de cartas. O Código epistolar foi oferecido às mocidades Portuguesa e Brasileira, e faz parte do conjunto de obras chamadas literatura de civilidade norteadas que são por termos como cortesia, urbanidade, polidez e civilidade, termos que à época deveriam incluir também os súditos que viviam no Brasil Imperial. Neste trabalho, discutiremos os mecanismos utilizados pelo autor para transformar seu livro de civilidades em um manual de escrever cartas, mais popular e com um público maior, fora do universo escolar.

PALAVRAS-CHAVE: Escrita epistolar – Manual epistolar – História da leitura

A FEITICEIRA E O JUDEU: ANTÓNIO JOSÉ DA SILVA EM BUSCA DE MEDEIA

  • Kenia Maria de Almeida Pereira

RESUMO: O mito da feiticieria Medeia é um dos mais dramáticos e conhecidos no mundo ocidental. Inúmeros dramaturgos, poetas e escritores retomaram a história da mulher malsucedida no amor que se transforma em mãe encolerizada, capaz de assassinar a punhaladas os próprios filhos. O dramaturgo lusobrasileiro, António José da Silva, o Judeu também se deixou seduzir pelo mito de Medeia, levando aos palcos de Lisboa a interessane peça intitulada “Os encantos de Medeia”. António José nos surpreende ao elaborar uma ópera joco-séria em que a traédia e o desespero dão lugar à leveza, ao riso e à comédia.

PALAVRAS-CHAVE: Medeia -Teatro português – António José – Mito grego

A MEDIAÇÃO TEATRAL COMO EXPERIÊNCIA ESTÉTICO-EDUCATIVA

  • Ney Wendell

RESUMO: Esta pesquisa está sendo desenvolvida no doutorado do Programa de Pós-graduação em Arte Cênicas da Universidade Federal da Bahia e é vinculada a área da recepção estética, observando e focando mais os estudos sobre a mediação teatral e suas possibilidades de formação de públicos autônomos e de ser uma metodologia de teatro-educação para as escolas, verificando isto a partir das experiências desenvolvidas pelo projeto e espetáculo Cuida Bem de Mim. Este espetáculo, ao longo dos 12 anos se transformou no Projeto Cuida Bem de Mim e realiza diversas ações artístico-pedagógicas nas escolas públicas (oficinas, seminários, cursos, apresentação da peça, debates, pesquisas de impacto etc.), efetivando o enfrentamento da violência através da metodologia teatral. A pesquisa traz um estudo sobre as metodologias de mediação teatral utilizadas pelo projeto, analisando mais a realização de suas atividades no período de 2002 a 2007 com 14 escolas públicas de Salvador, Recife e Rio de Janeiro, através dos diversos materiais de pesquisas disponibilizados pela organização não governamental Liceu de Artes e Ofícios da Bahia, onde se desenvolveu o Cuida Bem de Mim até 2008.

PALAVRAS-CHAVE: Mediação Teatral – Metodologia – Espectador

CONSTRUÇÃO DO REFERENCIAL POLÍTICO: A PRÁTICA SALVACIONISTA-NACIONALISTA COMO ELEMENTO DE COESÃO SOCIAL E POLÍTICA NO SUL DE MINAS (1831-1840)

  • Isaías Pascoal

RESUMO: Entre os anos de 1831-42, a elite social e política do sul de Minas se engajou na luta pela institucionalização e estabilização do Estado Nacional brasileiro, então em fase de constituição, ao lado dos Liberais Moderados que procuravam frear o carro revolucionário e impedir o triunfo dos Restauradores. A construção da ordem social e política se transformou no principal objetivo dos grupos dirigentes políticos nacionais. Ao se engajar nesta luta, a elite sul-mineira firmou a sua identidade política. Processo que pode ser analisado a partir de documentação variada produzida por instituições e sujeitos locais.

PALAVRAS-CHAVE: Ordem – Conflito – Identidade.

ROMANIZAÇÃO, HISTORIOGRAFIA E TENSÕES SOCIAIS: O CATOLICISMO EM BOTUCATU-SP (1909- 1923)

  • Maurício de Aquino

RESUMO: O conceito de romanização foi bem aceito pelas ciências sociais e já se tornou clássico na análise do catolicismo no Brasil dos séculos XIX e XX. Com pelo menos meio século de utilização, esse conceito merece uma análise historiográfica, ainda que breve, na medida em que condiciona e orienta os olhares lançados para a história das relações entre Igreja Católica, Estado e Sociedade no Brasil. Sendo assim, pretende-se tratar neste trabalho das vertentes interpretativas da romanização a partir da análise histórica do estabelecimento da diocese de Botucatu, no Estado de São Paulo, entre 1908 e 1923, priorizando as estratégias de formação patrimonial e os conflitos decorrentes, pouco analisados na vertente interpretativa que concebe os bispos como sujeitos altamente burocráticos e/ou santos guerreiros da Instituição, e as tensões sociais, envolvendo protestantes, políticos locais em busca de afirmação e católicos não-romanizados, inerentes a esse processo.

PALAVRAS-CHAVE: Historiografia e Romanização – Patrimônio Eclesiástico – Cultura Religiosa e Estado

BOSSUET E AS GUERRAS DE CONQUISTA DE LUÍS XIV

  • Maria Izabel Barboza de Morais Oliveira

RESUMO: O propósito deste artigo é demonstrar que a crítica tecida por Bossuet aos príncipes ambiciosos e conquistadores que empreendem guerras injustas é uma maneira que ele encontra para conservar o absolutismo na França, em 1701, em um período em que o poder de Luís XIV encontra-se ameaçado diante das críticas recebidas tanto na França como no estrangeiro por causa de sua política belicosa.

PALAVRAS-CHAVE: Bossuet -Absolutismo – Guerras de conquista

ARTIGO 7

  • Autor

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ARTIGO 8

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ARTIGO 9

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ARTIGO 10

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APRESENTAÇÃO DO DOSSIÊ "TEMPO E HISTÓRIA"

TEMPO E HISTÓRIA

  • André Fabiano Voigt

GASTON BACHELARD E MICHEL FOUCAULT: A LINGUAGEM, O TEMPO E O ESPAÇO

  • Adriana Fernandes

RESUMO: O presente artigo pretende trazer elementos para comparar o pensamento de Gaston Bachelard e de Michel Foucault acerca da linguagem na literatura, relacionada às noções de tempo e de espaço. Ambos os autores possuem convergências e divergências significativas quanto a este debate filosófico.

PALAVRAS-CHAVE: Bachelard, Gaston – Foucault, Michel – Literatura

UMA HISTÓRIA EM TEMPOS DILACERADOS: A VIDA ACIDENTADA DE ROSÁRIO FUSCO

  • Daniel Faria

RESUMO: Em 2003, foi publicado, postumamente, o livro a.s.a, Associação dos solitários anônimos, de Rosário Fusco. O autor foi apresentado como um marginal escritor esquecido. Seu livro tratava da dilaceração da consciência, dos acidentes do tempo e do caos da história. Anos antes, entre 1941 e 1945, porém, como autor de editoriais da seção “Brasil intelectual, social e artístico” da revista Cultura Política, Fusco defendia a tese de que o tempo histórico corresponderia a uma forma evolutiva passível de ser dominada pela consciência. Sua trajetória é intrigante. Em que medida as ficções de Fusco, acompanhadas das oscilações de sua trajetória, revelam uma espécie de crise da consciência historicista?

PALAVRAS-CHAVE: Acidente – Tempo Histórico – Biografia – Rosário Fusco

HERACLITISMO DE FOUCUALT E O CONCEITO DE HISTÓRIA

  • Hélio Rebello Cardoso Jr.

RESUMO: Deleuze afirma que Foucault teria criado um novo relacionamento entre homens e história, um relacionamento diferente daquele estabelecido pelos filósofos da história. Para especificar os passos que Foucault tomou para realizar esta invenção, apoiarei, de acordo com Deleuze, o “Heraclitismo de Foucault” como base para um genuíno conceito de história foucaultiano. Depois de descrever os riscos assumidos pelo conceito de história de Foucault, observo esse conceito em ação nos três períodos que realizam seu pensamento: Arqueologia, Genealogia e Estética da Existência. Os principais personagens que incorporam seu conceito de história nesses períodos são: a) o perfil descontínuo da história; b) a desnaturalização de objetos não-históricos em potencial; c) a dimensão histórica do corpo; d) os turbilhões da subjetivação na história. Focaremos nossa inspeção na reviravolta feita ao longo do trabalho de Foucault, quando ele leva em uma nova conta o tema da subjetividade, principalmente nos dois últimos volumes da História da sexualidade. Assim, nossa atenção se volta para a subjetividade definida como um processo, a fim de investigar a identidade individual como resultado da história.

PALAVRAS-CHAVE: Foucault – Heraclites – Tempo – História

O TEMPO HISTÓRICO COMO "REPRESENTAÇÃO INTELECTUAL"

  • José Carlos Reis

RESUMO: O presente artigo pretende discutir um conjunto de diversas reflexões acerca da ideia de tempo. Em primeiro lugar, são colocadas várias percepções do tempo em sua relação com a história, para, em um segundo momento, tratar do tempo como “representação intelectual” e como “representação cultural”.

PALAVRAS-CHAVE: Tempo – História – Representação intelectual

FIM DO TEMPO DAS SÍNTESES? Questões a partir da perspectiva de Mircea Eliade em História das Crenças e das Idéias Religiosas (1976-1983): um "estudo de caso" como motivo à reflexão teórica e metodológica

  • Mateus Henrique de Faria Pereira

RESUMO: Eliade é mobilizado em nossa reflexão como um motivo para se levantar questões à teoria e à metodologia da história, visto por nós como campos indissociáveis. Procuramos, assim, refletir sobre o campo de experiência da perspectiva sintética a fim de construir questões sobre as condições de possibilidade para a elaboração de sínteses no contexto historiográfico atual. Nesta direção, buscaremos, na primeira parte do texto, perceber como Eliade procura de modo singular o refletir sobre questões próprias a seu campo. Na segunda parte, analisaremos as motivações expressas pelo autor para a elaboração de uma síntese. E por fim, procuraremos extrair algumas considerações e questões teóricas e metodológicas sobre a (im)possibilidade da escrita de uma síntese para o conhecimento histórico como um todo na contemporaneidade.

PALAVRAS-CHAVE: Mircea Eliade – Síntese – Teoria e Metodologia da História

Teoria contemporânea do cinema: pós-estruturalismo e filosofia analítica, uma atualização teórica necessária

  • Julierme Morais
  • Anderson R. Neves

TEORIA CONTEMPORÂNEA DO CINEMA: DOCUMENTÁRIO E NARRATIVIDADE FICCIONAL, A ESTILÍSTICA CINEMATOGRÁFICA EM EVIDÊNCIA

  • Julierme Morais
  • Rodrigo Francisco Dias

O ESPAÇO DA TRAGÉDIA

  • Maria Abadia Cardoso
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