OLHARES SOBRE O MODERNO E A MODERNIDADE NA OBRA DE MANOEL DE BARROS

CRÍTICA E RECEPÇÃO

  • Fernanda Martins da Silva Universidade Federal de Uberlândia – UFU
Palavras-chave: Estética da recepção, Manoel de Barros, Modernidade

Resumo

Este artigo busca analisar algumas das produções críticas sobre a obra do poeta Manoel de Barros enfocando aqueles que os veem como moderno. O objetivo é debater as contradições da modernidade na obra do poeta, tendo em vista que a modernidade pode ser caracterizada por um projeto estético, no qual grande parte da critica enquadram o poeta, e um projeto político que tinha entre outros, como a defesa de uma nacionalidade, a busca de uma obra de arte que propusesse uma reflexão sobre o processo de transformação da sociedade capitalista cada vez mais imediatista.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ARGAN, Giulio Carlo. As fontes da arte moderna. Novos Estudos. n. 18, set. de 1987.

ARRUDA, Raphael Barbosa Lima. Manoel de Barros: aspectos estilísticos e semânticos. JORNAL DE POESIA. Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/manu.html#raphael

BARBOSA, João Alexandre. A metáfora crítica. São Paulo: Perspectiva, 1974.

BARBOSA, João Alexandre. As ilusões da modernidade. São Paulo: Perspectiva, 1986.

BARBOSA, João Alexandre. As Ilusões da Modernidade. Apud: FILHO, Francisco Perna. Manoel de Barros: Abrindo fendas com o corpo. JORNAL DA POESIA. Francisco Perna Filho.

Disponível em: http://www.jornaldepoesia.jor.br/fpernaens1.html.

BARROS, Manoel de. Arranjos para assobio. Rio de Janeiro. Record. 1980.

BARROS, Manoel de. Apud: MARTINS, Bosco. Caminhando Para as Origens. Disponível em: REVISTA CAROS AMIGOS. Manoel de Barros: três momentos com o gênio. 13 nov. 2014.

Disponível em: http://www.carosamigos.com.br/index.php/cultura/2675-manoel-de-barros

BARROS, Manoel de. Ensaios fotográficos. Rio de Janeiro. Record. 2000.

BARROS, Manoel de. Livro das Ignorãças. Rio de Janeiro. Record. 1993.

BARROS, Manoel de. O guardador de águas. Rio de Janeiro. Record. 1989.

BARROS, Manoel de. Poemas rupestres. Rio de Janeiro. Record. 2004.

BAUDELAIRE, Charles. O pintor da vida moderna. Tradução de Maria Salete Bento Cicaroni. In: CHIAMPI, Irlemar. Fundadores da modernidade. São Paulo: Ática, 1991.

BERMAN, Marshall. Tudo que é sólido desmancha no ar: A aventura da modernidade. Trad.: Carlos Felipe Moisés, Ana Maria L. Ioriatti. São Paulo: Cia das Letras, 2007.

COMPAGNON, Antoine. Os cinco paradoxos da modernidade. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1999.

DAVID, Nismária Alves. A des-continuidade modernista na poesia de Manoel de Barros. In: IV Seminário de Iniciação Científica da UEG, 2006, Anápolis. Anais do IV Seminário de Iniciação Científica da UEG, Anápolis-GO, p. 724-729.

Disponível em: http://www.prp2.ueg.br/06v1/conteudo/pesquisa/inic-cien/eventos/sic2006/arquivos/linguistica/a_descontinuidade.pdf

FILHO, Francisco Perna. Manoel de Barros: Abrindo fendas com o corpo. JORNAL DA POESIA. Francisco Perna Filho.

Disponível em: http://www.jornaldepoesia.jor.br/fpernaens1.html.

JAUSS, Hans Robert. Tradição literária e consciência atual da modernidade. In: OLINTO, Heidrun Krieger. Histórias de Literatura: as novas teorias alemãs. São Paulo: Ática. 1996.

LIMA, Manoel Ricardo. Paciência e Silêncio em Manoel de Barros. JORNAL DE POESIA.

Disponível em: http://www.jornaldepoesia.jor.br/mricardo08c.html.

MENEZES, Edna. Manoel de Barros: O poeta universal do Mato Grosso do Sul. In: JORNAL DE POESIA. Edna Menezes.

Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/ednamenezes1.html.

NETO, Miguel Sanches. A repetição de si mesmo. JORNAL DE POESIA.

Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/disseram12.html.

PAZ, Octavio. A outra voz. São Paulo: Siciliano, 1993.

RODRIGUES, Ricardo Alexandre. A poética da desutilidade: um passeio pela poesia de Manoel de Barros. 2006. 100 f. Dissertação (Mestrado em Letras). Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006.

SILVA, Célia Sebastiana. Manoel de Barros: Lírica, Invenção e consciência criadora. Fronteiraz. São Paulo, v. 01, p. 212-220, 2010.

UBIRATAN BRASIL. O ESTADO DE SÃO PAULO, 04 nov. 2009.

Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/manoelbarros.html

Publicado
2015-06-15
Como Citar
Silva, F. M. da . (2015). OLHARES SOBRE O MODERNO E A MODERNIDADE NA OBRA DE MANOEL DE BARROS: CRÍTICA E RECEPÇÃO. Fênix - Revista De História E Estudos Culturais, 12(1). Recuperado de https://www.revistafenix.pro.br/revistafenix/article/view/831